Ame sem medo hoje, agora e sempre, traga as experiências do passado nas sutilezas do amor ainda mais solido e eterno não mais praticando os equívocos e pecados que desequilibra a harmonia do bem estar e da paz tão desejada. Bezerra de Menezes 09/05/2016
Amor, caridade, benevolência, indulgência, caminhos que nos levam ao caminho reto.
Em todo o Evangelho de Deus, trazidos até nós pelo nosso Mestre Jesus, o maior ensinamento é sobre o Amor.
Uma das inúmeras passagens do Evangelho:
...Mas, os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca aos saduceus, se reuniram; e um deles, que era doutor da lei, foi propor-lhe esta questão, para o tentar:
— Mestre, qual o grande mandamento da lei?
Jesus lhe respondeu:
— Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito. — Esse o maior e o primeiro mandamento. — E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. — Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. (S. MATEUS, cap. XXII, vv. 34 a 40)
Percebemos então, a grandeza dos ensinamentos sobre o Amor. É dos atos mais belos que temos como dever a cumprir. É também dos mais difíceis levando em conta que o amor ao próximo é resposta imediata ao sentimento por Deus.
Assim, não podemos esquecer jamais, de vigiar nossos atos para com os outros e a nós mesmos. Pois amar a Deus de todo nosso coração, requer amor próprio, e amor ao próximo.
... O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejamos nos fosse feito.
A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais ou nossos superiores. Ela nos prescreve a indulgência, porque de indulgência precisamos nós mesmos, e nos proíbe que humilhemos os desafortunados, contrariamente ao que se costuma fazer. Apresente-se uma pessoa rica e todas as atenções e deferências lhe são dispensadas. Se for pobre, toda gente como que entende que não precisa preocupar-se com ela. No entanto, quanto mais lastimosa seja a sua posição, tanto maior cuidado devemos pôr em lhe não aumentarmos o infortúnio pela humilhação. O homem verdadeiramente bom, procura elevar, aos seus próprios olhos, aquele que lhe é inferior, diminuindo a distância que os separa. Questão 886 do Livro dos Espíritos.
Na carta de Paulo aos Coríntios, ele nos mostra a necessidade da caridade:
Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um címbalo que retine; ainda quando tivesse o dom da profecia, que penetrasse todos os ministérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. E quando houvesse distribuído meus bens para alimentar aos pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, tudo isso de nada serviria.
A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade. – Paulo, 1ª Carta aos Coríntios, 13:1 a 7 e 13.
Podemos pensar que, se ao aproximarmos para fazermos a caridade, estamos amando o beneficiário e amando, a caridade se torna mais fácil de realizar.
Amar não é tudo ceder, mas amar é a todos proteger dos males e perigos e de si próprio. Amar é completar o vazio; amar é enxugar lagrimas; amar é compartilhar dores e alegrias; amar é orar; amar é perdoar; amar é unir forças; amar é apaixonar; amar é unir-se ao matrimônio e proliferar herdeiros para o mundo; amar é compreender; amar é dedicar-se ao laborar do progresso; amar é ser grato; amar é a historia sem fim narrada nas mais fascinantes oportunidades divinas inclusive do próprio existir.
10/05/2016
20/04/2016
A Espiritualidade dos Animais
Abordar este tema é o retrato do constante processo evolutivo da
humanidade, pois, como é possível ver em A Gênese, Esboço
Genealógico da Terra, item 32: “O orgulho levou o homem a
dizer que todos os animais foram criados por sua causa e para
satisfação de suas necessidades. Mas, qual o número dos que lhe
servem diretamente, dos que lhe foi possível submeter, comparado ao
número incalculável daqueles com os quais nunca teve ele, nem nunca
terá quaisquer relações?(...) Entretanto, tinham todos a sua razão
de ser, a sua utilidade. Deus decerto, não os criou por simples
capricho da sua vontade, para dar a si mesmo, em seguida, o prazer de
os aniquilar, pois que todos tinham vida, instintos, sensação de
dor e bem estar. Com que fim ele o fez? Com um fim que há de ter
sido soberanamente sábio, embora ainda não o compreendamos.
Certamente, um dia será dado ao homem conhecê-lo, para a confusão
de seu orgulho (...)”.
E como a humanidade está começando a galgar novos conhecimentos, faz-se importante destacar dúvidas simples que ainda o homem se faz, mas que a literatura espírita apresenta. Vejamos:
1) Os animais tem alma?
Questão 597 do Livro dos Espíritos (LE) – Pois que os animais possuem uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, haverá neles algum princípio independente da matéria? –“Há e que sobrevive ao corpo”. a) Será este princípio uma alma semelhante à do homem? – “É também uma alma (...), porém inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus”.
Emmanuel, na obra que leva seu nome, no capítulo Sobre os animais, complementa: “O homem está para o animal apenas como um superior hierárquico. Nos irracionais desenvolvem-se igualmente as faculdades intelectuais” e “(...) São eles nossos parentes próximos, apesar da teimosia de quantos persistem em o não reconhecer”.
2) Por que os animais sofrem?
O médium Marcel Benedeti, no programa de TV Transição, nos explica que “o sofrimento dos animais serve para sua evolução e aprendizado, mas somente é lícito aquele sofrimento que vem de Deus, não aquele causado pelo homem, pois como nos ensinou Jesus – é necessário que viesse o escândalo, mas aí daquele por quem vier”. A questão 602 do LE complementa esta abordagem onde Kardec pergunta – Os animais progridem como o homem por sua própria vontade ou pela força das coisas? – “Pela força das coisas; e é por isso que, para eles, não existe expiação”. E ainda, no livro O Mistério do Ser ante a Dor e a Morte, Herculano Pires registra: “Sofrem porque evoluem e porque toda evolução, consciente ou inconscientemente é sempre acompanhada de dores do parto que anunciam as transações evolutivas para planos superiores... A dor apresenta-se em todo o cosmos, como decorrência natural dos processos evolutivos. É uma conseqüência dos esforços despendidos pelas coisas e os seres, em luta com os obstáculos internos e externos com que todos nós e todas as coisas e seres se deparam nos caminhos da evolução universal”.
3) Os animais no plano espiritual.
Questão 600 do LE– Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal vem a achar-se, depois da morte, num estado de erraticidade como a do homem? – “Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. Dê idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte é classificado pelos Espíritos a quem incumbe esta tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas”.Justificando a necessidade da reencarnação, que lhes fornecerá o aprendizado necessário.
4) O papel do ser humano no desenvolvimento espiritual dos animais.
“Sendo filhos do mesmo pai são objetos de uma igual solicitude, que não há nenhum mais favorecido, ou melhor, dotado que outros...” (A Gênese – Cap. X – perg.3).
Enfatizando a importância do ser humano na evolução dos animais, Emmanuel diz em livro já citado neste texto: “Mas, se é impossível o regresso da alma humana ao círculo da irracionalidade, recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais na escala progressiva de suas posições variadas no planeta. Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade, e o vosso coração compreenderá, mais profundamente, os grandes segredos da evolução, entendendo os maravilhosos e doces mistérios da vida”.
Estas questões abordadas neste texto são apenas o início do estudo sobre os nossos irmãos, animais. Outras tantas discussões envolvem este assunto, como: a mediunidade dos animais, o tratamento espiritual em animais, a alimentação vegetariana, etc. Podemos encontrar nas obras básicas da doutrina explicações sobre o assunto. Cabe a cada um ler, interpretar, avaliar, orar e vigiar para ampliar seu entendimento sobre seu papel no Universo.
Escrito por Andréa de L. Rodrigues Alves Pereira
E como a humanidade está começando a galgar novos conhecimentos, faz-se importante destacar dúvidas simples que ainda o homem se faz, mas que a literatura espírita apresenta. Vejamos:
1) Os animais tem alma?
Questão 597 do Livro dos Espíritos (LE) – Pois que os animais possuem uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, haverá neles algum princípio independente da matéria? –“Há e que sobrevive ao corpo”. a) Será este princípio uma alma semelhante à do homem? – “É também uma alma (...), porém inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus”.
Emmanuel, na obra que leva seu nome, no capítulo Sobre os animais, complementa: “O homem está para o animal apenas como um superior hierárquico. Nos irracionais desenvolvem-se igualmente as faculdades intelectuais” e “(...) São eles nossos parentes próximos, apesar da teimosia de quantos persistem em o não reconhecer”.
2) Por que os animais sofrem?
O médium Marcel Benedeti, no programa de TV Transição, nos explica que “o sofrimento dos animais serve para sua evolução e aprendizado, mas somente é lícito aquele sofrimento que vem de Deus, não aquele causado pelo homem, pois como nos ensinou Jesus – é necessário que viesse o escândalo, mas aí daquele por quem vier”. A questão 602 do LE complementa esta abordagem onde Kardec pergunta – Os animais progridem como o homem por sua própria vontade ou pela força das coisas? – “Pela força das coisas; e é por isso que, para eles, não existe expiação”. E ainda, no livro O Mistério do Ser ante a Dor e a Morte, Herculano Pires registra: “Sofrem porque evoluem e porque toda evolução, consciente ou inconscientemente é sempre acompanhada de dores do parto que anunciam as transações evolutivas para planos superiores... A dor apresenta-se em todo o cosmos, como decorrência natural dos processos evolutivos. É uma conseqüência dos esforços despendidos pelas coisas e os seres, em luta com os obstáculos internos e externos com que todos nós e todas as coisas e seres se deparam nos caminhos da evolução universal”.
3) Os animais no plano espiritual.
Questão 600 do LE– Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal vem a achar-se, depois da morte, num estado de erraticidade como a do homem? – “Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. Dê idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte é classificado pelos Espíritos a quem incumbe esta tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas”.Justificando a necessidade da reencarnação, que lhes fornecerá o aprendizado necessário.
4) O papel do ser humano no desenvolvimento espiritual dos animais.
“Sendo filhos do mesmo pai são objetos de uma igual solicitude, que não há nenhum mais favorecido, ou melhor, dotado que outros...” (A Gênese – Cap. X – perg.3).
Enfatizando a importância do ser humano na evolução dos animais, Emmanuel diz em livro já citado neste texto: “Mas, se é impossível o regresso da alma humana ao círculo da irracionalidade, recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais na escala progressiva de suas posições variadas no planeta. Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade, e o vosso coração compreenderá, mais profundamente, os grandes segredos da evolução, entendendo os maravilhosos e doces mistérios da vida”.
Estas questões abordadas neste texto são apenas o início do estudo sobre os nossos irmãos, animais. Outras tantas discussões envolvem este assunto, como: a mediunidade dos animais, o tratamento espiritual em animais, a alimentação vegetariana, etc. Podemos encontrar nas obras básicas da doutrina explicações sobre o assunto. Cabe a cada um ler, interpretar, avaliar, orar e vigiar para ampliar seu entendimento sobre seu papel no Universo.
Escrito por Andréa de L. Rodrigues Alves Pereira
(Fontes: http://www.acaminhodedeus.org/index.php?option=com_content&view=article&id=138 )
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